Meninas Contam a Independência
A Panacéia – grupA de teatro (Salvador – BA)
Um tabuleiro misterioso se abre em cena e convida duas atrizes – e o público – a embarcarem numa partida imprevisível: resgatar a memória de mulheres que marcaram a história do Brasil. “Meninas Contam a Independência” é uma “peça-jogo” para crianças e adultos, onde desafios, enigmas e descobertas revelam heroínas como Joana Angélica, Maria Quitéria, Maria Felipa, Urânia Vanério e a Cabocla. Fruto de pesquisa iniciada em 2020 sobre infâncias e histórias de mulheres, o espetáculo transforma aprendizado em aventura. Estreado de forma itinerante em escolas e espaços comunitários, vem cativando o público por diversos palcos de Salvador, sendo indicado ao Prêmio Bahia Aplaude 2024 como melhor espetáculo infantojuvenil.
Dia 30/10, às 15h, no SESI Casa Branca
Dia 31/10, às 15h, no Espaço Cultural Alagados
Duração: 50 min
Classificação indicativa: livre
TRADUÇÃO EM LIBRAS
Ingresso: R$ 30,00 e R$ 15,00 – Links abaixo:
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FICHA TÉCNICA
Idealização e Realização: A Panacéia
Direção: Lara Couto
Dramaturgia: Ana Luisa Fidalgo e Camila Guilera
Elenco: Ana Luisa Fidalgo/Camila Guilera e Márcia Limma
Participação especial: Marina Fidalgo (voz em off da menina Urânia)
Histórias das heroínas: Criação coletiva (Ana Luisa Fidalgo, Camila Guilera, Lara Couto e Márcia Limma)
Trilha sonora original: Carla Suzart e Neila Kadhí
Canções “O jogo” e “Cansanção”: Composição de Lara Couto
Canção “Hina”: Criação colaborativa durante o curso MENINAS PODEM!, com participação de Beatriz Argolo, Flora Leopoldino, Luma Coelho e Maria Luiza Couto
Canção “Caretas do Mingau”: Letra de criação coletiva a partir de canção popular
Arranjos: Carla Suzart e Neila Kadhí
Iluminação: Núbya Guimarães
Preparação corporal e direção de movimento: Mônica Nascimento
Figurino: Ramona Azevedo
Adereços de cena e confecção de cenografia: Rita Rocha
Concepção de maquiagem: Fernanda Beltrão
Designer: Suzane Lopes (Movimento 1989)
Fotos: Marina Silva
Produção: Camila Guilera
A Panacéia – grupA de teatro
Fundada em 2008 em Salvador, A Panacéia é um coletivo de mulheres que faz do teatro um território de memória, feminismo e invenção. Desde a estreia com “Dorotéia”, texto de Nelson Rodrigues e direção de Hebe Alves — premiado na Bielorrússia e selecionado para o festival da Funarte que celebrou o centenário de Nelson Rodrigues —, a grupA constrói repertório autoral com obras apresentadas no Brasil e no exterior, além de investir na escrita de seus próprios textos, com a performance “Lua Caída” (2013) e os espetáculos “Lua Crescente” (2013). Em 2018, mergulhou na trajetória de Pagu com “EU PAGU” e, em 2024, conquistou o Prêmio Ordem do Mérito Cultural LGBT+ com “Filipa”, peça dirigida por Elisa Mendes sobre Filipa de Souza, mulher sáfica que enfrentou a Inquisição. Também investe em teatro para infâncias, aproximando crianças das histórias baianas. Além da criação artística, promove oficinas e cursos voltados a mulheres e meninas, unindo cena, formação e equidade de gênero.