Criar e desenvolver um festival de artes cênicas na Bahia, de alcance internacional, inserindo o Nordeste no circuito de importantes produções. Era esse o desafio em 2008. Nesta primeira edição, vimos pela primeira vez na Bahia, uma obra do diretor inglês Peter Brook, com texto sul africano discutindo o tema do apartheid. Diodonné Niangouna do Congo, com seu verbo vigoroso, revelando através de sua escrita as impressões de uma guerra civil. O humor português com teatro físico, a coreografia em diálogo com a filosofia numa mistura iraniano norueguesa, clown na rua…Pode-se ver também nordeste, o Ceará com a Cia. Teatro Máquina, 0 grupo ESPANCA! de Minas Gerais, inédito no Bahia, a Cia. dos Atores, grupo carioca de renome internacional. Os espetáculos Sonho de uma Noite de Verão do Bando de Teatro Olodum, Batata do Grupo Dimeti, Casa de Ferro do Estado Dramático. Deus Danado da Cia. Rapsódia de Teatro, Eu de Ivani Santana, Desejo Fatiado do Núcleo de Investigação Coreográfica, Sapato do meu Tio da Cia. do meu Tio e Policarpo Quaresma do Núcleo do Teatro Castro Alves.Além da mostra artística, a preços populares, desde o seu princípio o Fiac e promoveu oficinas gratuitas, mesas de discussão e ações de formação de plateia. Estavam lançadas as bases do Fiac Bahia. site 2008




















