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	<title>FIAC Bahia - 2011</title>
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	<description>Festival Internacional de Artes Cênicas da Bahia - 2011</description>
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		<title>Cena em foco</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 14:50:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>equipefiac</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Slideshow]]></category>

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		<description><![CDATA[O FIAC mais uma vez  apostou numa cobertura fotográfica ampla, documental e autoral. Confira! Os fotógrafos Tiago Lima e Nicolas Soares passaram por teatros, largos,  praças, espaços culturais, auditório, Ponto de Encontro FIAC Petrobras e Lounge FIAC Oi Futuro para registrar todas as atividades do festival. As imagens do que rolou você confere no nosso <a href='http://fiacbahia.com.br/2011/?p=1307'>[...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://fiacbahia.com.br/2011/wp-content/uploads/2011/11/FIAC11-ElPasado-TiagoLima-7887.jpg" rel="lightbox[1307]" title="FIAC11-ElPasado-TiagoLima-7887"><img class="aligncenter size-full wp-image-1333" title="FIAC11-ElPasado-TiagoLima-7887" src="http://fiacbahia.com.br/2011/wp-content/uploads/2011/11/FIAC11-ElPasado-TiagoLima-7887.jpg" alt="" width="720" height="354" /></a></p>
<p>O FIAC mais uma vez  apostou numa cobertura fotográfica ampla, documental e autoral<span id="more-1307"></span>. Confira! Os fotógrafos Tiago Lima e Nicolas Soares passaram por teatros, largos,  praças, espaços culturais, auditório, Ponto de Encontro FIAC Petrobras e Lounge FIAC Oi Futuro para registrar todas as atividades do festival.</p>
<p>As imagens do que rolou você confere no nosso Flickr. Seguem aqui alguns álbuns de espetáculos da programação do FIAC 2011:</p>
<p>- <a href="http://www.flickr.com/photos/fiacbahia/sets/72157627952401774/" target="_blank">O Grande Circo Popular dos Irmãos Saúde</a><br />
- <a href="http://www.flickr.com/photos/fiacbahia/sets/72157627958319776/" target="_blank">Bença</a><br />
- <a href="http://www.flickr.com/photos/fiacbahia/sets/72157627958331138/" target="_blank">Grand Théâtre Pão e Circo</a><br />
- <a href="http://www.flickr.com/photos/fiacbahia/sets/72157627967793820/" target="_blank">Domínio Público</a><br />
- <a title="fotos Diário do Farol" href="http://www.flickr.com/photos/fiacbahia/sets/72157627844109265/" target="_blank">Diário do Farol</a><br />
- <a href="http://www.flickr.com/photos/fiacbahia/sets/72157627974944712/" target="_blank">Espía a una Mujer que se Mata</a><br />
- <a title="fotos Ninguém Falou que Seria Fácil" href="http://www.flickr.com/photos/fiacbahia/sets/72157627858231271/" target="_blank">Ninguém Falou que Seria Fácil</a><br />
- <a href="http://www.flickr.com/photos/fiacbahia/sets/72157627982913592/" target="_blank">R&amp;J de Shakespeare – Juventude Interrompida</a><br />
- <a href="http://www.flickr.com/photos/fiacbahia/sets/72157627865496719/" target="_blank">Anônimos</a><br />
- <a href="http://www.flickr.com/photos/fiacbahia/sets/72157627865536457/" target="_blank">Lá Vem o Elenco (Leitura Dramática)</a><br />
- <a href="http://www.flickr.com/photos/fiacbahia/sets/72157627990190522/" target="_blank">Oxigênio</a><br />
- <a href="http://www.flickr.com/photos/fiacbahia/sets/72157627991739542/" target="_blank">Luz Negra</a><br />
- <a href="http://www.flickr.com/photos/fiacbahia/sets/72157627871921359/" target="_blank">Ele Precisa Começar</a><br />
- <a href="http://www.flickr.com/photos/fiacbahia/sets/72157627872036023/" target="_blank">Sofá (Plano Piloto)</a><br />
- <a href="http://www.flickr.com/photos/fiacbahia/sets/72157627996725258/" target="_blank">Pólvora e Poesia</a><br />
- <a href="http://www.flickr.com/photos/fiacbahia/sets/72157627888150491/">Pogobol (Plano Piloto)</a><br />
- <a title="fotos Dentrofora" href="http://www.flickr.com/photos/fiacbahia/sets/72157628005534738/" target="_blank">Dentrofora</a><br />
- <a href="http://www.flickr.com/photos/fiacbahia/sets/72157628012712830/">Single</a><br />
- <a href="http://www.flickr.com/photos/fiacbahia/sets/72157628043416884/">El Pasado es um Animal Grotesco</a><br />
- <a href="http://www.flickr.com/photos/fiacbahia/sets/72157628043461762/">A Devolução Industrial</a><br />
- <a href="http://www.flickr.com/photos/fiacbahia/sets/72157627918758681/">Coalition</a><br />
- <a href="http://www.flickr.com/photos/fiacbahia/sets/72157628012559162/">A Chegada de Lampião no Inferno</a><!-- PHP 5.x --></p>
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		<title>Festival em movimento</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 15:28:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>equipefiac</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Slideshow]]></category>

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		<description><![CDATA[O FIAC voltou a se espalhar e dinamizar a cidade, com atrações pelos quatro cantos de Salvador. As atividades aconteceram no centro e no subúrbio, no teatro e na praça, no Solar e no Jardim Zoológico. Nas redes sociais, a contagem regressiva para o FIAC começou cedo e o público participou ativamente. Quando o festival <a href='http://fiacbahia.com.br/2011/?p=1313'>[...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://fiacbahia.com.br/2011/wp-content/uploads/2011/11/FIAC.png" rel="lightbox[1313]" title="FIAC"><img class="aligncenter size-full wp-image-1356" title="FIAC" src="http://fiacbahia.com.br/2011/wp-content/uploads/2011/11/FIAC.png" alt="" width="720" height="334" /></a><br />
O FIAC voltou a se espalhar e dinamizar a cidade, com atrações pelos quatro cantos de Salvador<span id="more-1313"></span>. As atividades aconteceram no centro e no subúrbio, no teatro e na praça, no Solar e no Jardim Zoológico. Nas redes sociais, a contagem regressiva para o FIAC começou cedo e o público participou ativamente. Quando o festival deu a largada, algumas sessões já estavam com ingressos esgotados por um público que veio, viu e seguiu em frente.</p>
<p>Do Colóquio no Auditório às festas do Ponto de Encontro FIAC Petrobras, confira <a href="http://www.youtube.com/watch?v=pVhyeHsfIqM">aqui</a>, no vídeo da equipe da Ideograma, um pouco da quarta edição do festival, que investiu num perfil mais específico para os registros em vídeo das atividades do FIAC,buscando uma linguagem que se alinhasse mais ao caráter interativo e integrado das redes sociais. A ideia é desenvolver a cada ano vídeos ou filmetes que lancem um olhar autoral sobre os diversos espaços e atividades do festival, contribuindo não apenas para sua divulgação, mas também para a formação da sua imagem junto ao público.</p>
<p>Tá tudo lá, no nosso canal  no Youtube.<!-- PHP 5.x --></p>
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		<title>Galeria do som</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 15:19:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>equipefiac</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Slideshow]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ponto de Encontro FIAC Petrobras foi assim: batida eletrônica, funk, pop, afoxé, MPB, deboche&#8230; Durante os seis dias de festa, a Galeria 3 e o Pátio do Unhão receberam diversas tribos e variados estilos musicais. Bateram ponto na nossa festa: APAFUNK (RJ), BaianaSystem, Chita Fina, Sylvia Patrícia, Os My Friend e Gerônimo, sempre intercalados <a href='http://fiacbahia.com.br/2011/?p=1310'>[...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><a href="http://fiacbahia.com.br/2011/wp-content/uploads/2011/11/PontodeEncontro-TiagoLima-5435.jpg" rel="lightbox[1310]" title="PontodeEncontro-TiagoLima-5435"><img class="aligncenter size-full wp-image-1344" title="PontodeEncontro-TiagoLima-5435" src="http://fiacbahia.com.br/2011/wp-content/uploads/2011/11/PontodeEncontro-TiagoLima-5435.jpg" alt="" width="709" height="307" /></a><br />
O Ponto de Encontro FIAC Petrobras foi assim: batida eletrônica, funk, pop, afoxé, MPB, deboche&#8230;<span id="more-1310"></span></div>
<div>Durante os seis dias de festa, a Galeria 3 e o Pátio do Unhão receberam diversas tribos e variados estilos musicais. Bateram ponto na nossa festa: APAFUNK (RJ), BaianaSystem, Chita Fina, Sylvia Patrícia, Os My Friend e Gerônimo, sempre intercalados pelos DJs Mangaio, Mauro TeleFunkSoul, Big Bross, Susy 4 Tons, Roger’n Roll e Riffs.Ficou com um gostinho de quero mais?Confira nossa galeria de fotos dos nossos encontros no Flickr e vá segurando a saudade, ano que vem teremos muito mais.</div>
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		<title>Entrevista/Leo Sykes</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Oct 2011 18:54:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>equipefiac</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Invertebrados, répteis e outros mamíferos devem ter um ponto de vista diferente sobre a evolução humana”, compara a diretora Leo Sykes   Como o espetáculo A Devolução Industrial trata da evolução da raça humana? É um tema bem amplo. A história da evolução humana é a trama do espetáculo.  Começamos com uma sopa primordial, da <a href='http://fiacbahia.com.br/2011/?p=1271'>[...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>“Invertebrados, répteis e outros mamíferos devem ter um ponto de vista diferente sobre a evolução humana”<span id="more-1271"></span>, compara a diretora Leo Sykes</h1>
<p><strong> <a href="http://fiacbahia.com.br/2011/wp-content/uploads/2011/10/Leo-Sykes.jpg" rel="lightbox[1271]" title="Leo Sykes"><img class="aligncenter size-full wp-image-1272" title="Leo Sykes" src="http://fiacbahia.com.br/2011/wp-content/uploads/2011/10/Leo-Sykes.jpg" alt="" width="604" height="453" /></a></strong></p>
<p><strong>Como o espetáculo <em><a href="http://fiacbahia.com.br/2011/?atividade=a-devolucao-industrial">A Devolução Industrial</a></em> trata da evolução da raça humana? É um tema bem amplo.<br />
</strong>A história da evolução humana é a trama do espetáculo.  Começamos com uma sopa primordial, da qual surge um mamute que vira um casal de primatas, o Sr. e Sra. Sapiens.  Nascidos esses dois, logo vão surgindo as invenções humanas. Depois de inventar a agricultura e colher algumas verduras, começam a cozinhar uma sopa.  O vapor dessa sopa sugere a eles a possibilidade de movimentar uma roda a vapor, que vira um treco, um troço, um trem a vapor!  Finalmente, com a invenção da eletricidade, conseguem bater a sopa num liquidificador e servem a sopa primordial para o público.</p>
<p><strong>Em qual sentido, ou quais sentidos, o ser humano caminhou em linha ascendente?<br />
</strong>A palavra devolução sugere que evolução não seja um processo somente linear ou necessariamente de aprimoramento.  A visão evolucionista aponta o ser humano como o auge do processo da seleção natural, mas, com certeza, os invertebrados, répteis e até outros mamíferos devem ter um ponto de vista bem diferente.</p>
<p><strong>Por que na descrição do espetáculo vocês dizem que, sem o humor, a raça humana teria evoluído pouco, ou estaria num estágio menos avançado?<br />
</strong>Já imaginou uma vida “sem graça”?</p>
<p><strong>Há dois personagens na peça, Sr. e Sra. Sapiens. Há algum paralelo com o tema bíblico? Vocês tratam de questões místicas aliadas às tecnológicas, já que tem uma parafernália no palco?<br />
</strong>Há três personagens, o Sr. e a Sra. Sapiens, cujas invenções representam o processo de evolução das invenções humanas, e o Ser Místico, que com seus milagres bem gaiatos representa todo o lado inexplicável do universo.  Assim, vemos o conflito e colaboração entre a ciência e a inexplicável força de fenômenos naturais.  As invenções viram a cenografia do espetáculo, com uma roda de água gigante ocupando o centro do palco, uma lagoa que é a sopa primordial, um trem a vapor que leva as crianças do público para dar uma volta no palco&#8230;</p>
<p><strong>E como a linguagem do Udi Grudi se imprime nessa história? Pelo seu jeito de contar, ela pode ser contada para todas as idades?<br />
</strong>Udi Grudi é conhecido por sua linguagem universal calcada na música e no humor, na surpresa e na metamorfose, no absurdo e no poético.  O espetáculo, como todos os nossos espetáculos, é para todos seres humanos, independentemente de suas diferenças.  Provavelmente, por isso que o grupo viaja para tantos países e culturas diversas.</p>
<p><strong>Com que fôlego o grupo chega aos 30 anos de idade, a serem completados próximo ano?<br />
</strong>Estamos quase sem fôlego, mas ainda respirando!  No final deste ano, vamos entrar em um momento de criações individuais, onde cada membro vai se aprofundar na sua área para que possamos nos reencontrar depois enriquecidos e prontos para surpreender e estimular nossos colegas de tãããããããoooooo longa data.  Estamos unidos nas nossas divergências e prontos para a próxima etapa.  Viver e trabalhar dentro de um grupo é um desafio e um privilégio.  Somos orgulhosamente dinossáuricos – prova viva de que a era pré-histórica existiu!</p>
<p><strong>Quais as dificuldades enfrentadas como um grupo de circo-teatro no Brasil?<br />
</strong>São as mesmas enfrentadas por todo artista em todo lugar, menos uma: a burocracia.  A burocracia brasileira é tão kafkiana<em> </em>que é uma “burrocracia”. É uma especialidade brasileira que arrisca de colocar os mais delicados da espécie artística em extinção, porque, porquanto são bons artistas, não conseguem lidar com as entranhas da vida administrativa de uma empresa brasileira. Como estrangeira, eu sei que lá fora os artistas não têm que lidar com o tanto de burrocracia que nós lidamos aqui. E, para o Udi Grudi, a burrocracia é o elemento nocivo que mais ameaça a sobrevivência do grupo.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong><br />
Foto/Divulgação</strong><br />
Entrevista a Joceval Santana<!-- PHP 5.x --></p>
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		<title>Entrevista/Mariano Pensotti</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Oct 2011 16:56:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>equipefiac</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Somos o que narramos”, define o diretor Mariano Pensotti, do espetáculo El Pasado Es un Animal Grotesco Em que momento de sua trajetória artística, Domínio Público foi criado? Em um momento bastante especial: quando comecei a ensaiar, estava completando dez anos da estreia de minha primeira peça. Como a peça em si trata da passagem <a href='http://fiacbahia.com.br/2011/?p=1263'>[...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>“Somos o que narramos”, define o diretor Mariano Pensotti, do espetáculo <em>El Pasado Es un Animal Grotesco</em></h1>
<p><a href="http://fiacbahia.com.br/2011/wp-content/uploads/2011/10/mariano-pensotti.jpg" rel="lightbox[1263]" title="mariano pensotti"><img class="aligncenter size-full wp-image-1264" title="mariano pensotti" src="http://fiacbahia.com.br/2011/wp-content/uploads/2011/10/mariano-pensotti.jpg" alt="" width="604" height="351" /></a></p>
<p><strong>Em que momento de sua trajetória artística, Domínio Público foi criado?<br />
</strong>Em um momento bastante especial: quando comecei a ensaiar, estava completando dez anos da estreia de minha primeira peça. Como a peça em si trata da passagem do tempo e narra as histórias de quatro pessoas ao longo de dez anos, com um contexto temporal e social muito preciso, senti que não só estava falando de vidas e processos sociais, mas também de um processo artístico e temporal pessoal. Creio que esta obra é a condensação de uma série de ideias que estavam em muitas de minhas obras anteriores. Ideias que, nesse projeto, tentei levar ao extremo.</p>
<p><strong>Que extremos? Como se deu a concepção do espetáculo?<br />
</strong>Há alguns anos, comecei a colecionar fotografias danificadas que mensalmente tirava de uma cabine de revelação perto de minha casa. Não sabia para quê. Faz um tempo, o lugar fechou, já que quase ninguém mais revela fotos, e então voltei a rever as caixas cheias de imagens danificadas que havia acumulado fragmentos borrados e desfeitos de vidas de desconhecidos. Muitos deles pareciam ser gente da minha geração, o registro defeituoso de uma década. Lembrei-me de uma frase de Balzac que falava de sua arte como a tentativa de “fotografar a alma das pessoas e seu tempo”. Decidi pegar algumas das fotos e tentar reviver o espírito ambicioso dessas narrações do século XIX, contando a vida de quatro personagens de minha geração ao longo de dez anos, usando as imagens deterioradas como base para inventá-las.</p>
<p><strong>E como isso se refletiu no texto?<br />
</strong>Surgiu um texto altamente narrativo, literário, cheio de acontecimentos e situações irrepresentáveis e, ao mesmo tempo, de muita liberdade. Pensei na ideia da “identidade como construção narrativa”: somos o que narramos.</p>
<p><strong>Diante disso, como foram se configurando o tema principal e os flutuantes?<br />
</strong>A peça tenta ser um dispositivo para falar do passado no presente. E, para tanto, fala do épico que esse esforço supõe. Sobre o tema, há varias coisas centrais, mas, sobretudo, como uma vida se transforma em ficção e como a passagem do tempo altera nossas vidas e em que medida os acontecimentos políticos e econômicos que nos rodeiam influenciam em nossas vidas privadas. Também lembro de algumas perguntas que fazia a mim mesmo quando escrevia a peça, que eram as seguintes: é possível, nesses tempos de hoje, inventar grandes ficções que contenham o que imaginamos junto a acontecimentos reais de nossas vidas e das vidas das pessoas que conhecemos? Como a nossa própria história influencia a história de nossas cidades? O que acontece quando a ficção é colocada dentro de um marco temporal concreto? De que maneira contar dez anos da vida de uma pessoa? Como incorporar a História mais recente, sobre a qual ainda não se refletiu em excesso, a nossas histórias mais excessivas?</p>
<p><strong>Nesse sentido, de incorporar a história na História, o que o cenário giratório representa para a dramaturgia do espetáculo?<br />
</strong>Em certo sentido, é uma metáfora do tempo que avança e nunca se detém. Em sendo o tempo um elemento central da peça, me interessava que o dispositivo cênico estivesse relacionado a isso. Quando penso em uma peça, penso em “dispositivos cênicos” ou instalações mais que cenários decorativos. Como um lugar puramente teatral, o cenário giratório permite representar a variedade de cenas que compõem a obra através de mudanças mínimas. E, além disso, agrega um desafio para os atores que voltam para algo mais épico sua tentativa de narrar uma variedade de histórias. A peça está muito centrada no texto e no trabalho dos atores. O dispositivo giratório gera visualmente algo similar a um amplo <em>travelling</em> de cinema. Algumas vezes, me disseram que ver a obra é como ver uma novela lida ao vivo e, em outros casos, me disseram que lembra um filme filmado em um só <em>take</em>, sem pausas. Sempre me interessou trabalhar com o cruzamento de diferentes disciplinas e creio que meu trabalho, muitas vezes, dentro do teatro é uma mistura de literatura, artes visuais e cinema, mas realizado com procedimentos puramente teatrais.</p>
<p><strong>Em sua opinião, em que sentido o passado é um animal grotesco?<br />
</strong>Acho que não se trata tanto de que a história recente da Argentina seja um animal grotesco… mas que, em termos gerais, narrar o passado é como pôr uma voz em off que dê sentido aos fragmentos dispersos de um filme que se perdeu para sempre. O passado é como um animal estranho que deve ser inventado e preso a partir de rastros difusos. O passado, a experiência vivida, muda cada vez que pensamos nele, como um animal fantástico que muda de aspecto em nossa imaginação.</p>
<p><strong>E em relação ao enfrentamento desse passado, o que representa cada um dos personagens da trama?<br />
</strong>A peça está centrada nas histórias de quatro personagens da classe média de Buenos Aires, com os enormes matizes que isso supõe ao longo de dez anos, desde 1999 até 2009. Narram-se as vidas dessas quatro pessoas desde os 25 até os 35 anos, que para mim é o momento em que uma pessoa deixa de ser quem crê que vai ser para se transformar em quem é. Algumas dessas histórias têm foco no cotidiano e outras mais no extraordinário, algumas incluem elementos documentais ou autobiográficos e outras submergem abertamente na ficção. As histórias foram desenvolvidas, às vezes, a partir de elementos reais e logo “ficcionalizadas”, mas o importante é sua singularidade. Elas não representam outra coisa senão a si mesmas.</p>
<p><strong><br />
Foto/Divulgação<br />
</strong>Entrevista a Michele Louvores<!-- PHP 5.x --></p>
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		<title>Última parada</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Oct 2011 15:44:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>equipefiac</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Gerônimo e DJ Riffs (domingo) encerram a programação do Ponto de Encontro FIAC Petrobras, no MAM, a partir das 22h. A última noite de festa no Museu de Arte Moderna  começa e termina ao som do set list do DJ Riff, que mistura afrobeats, dub, Brazilian beats  e African beats. No intervalo entre as <a href='http://fiacbahia.com.br/2011/?p=1238'>[...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://fiacbahia.com.br/2011/wp-content/uploads/2011/10/GERONIMO2.jpg" rel="lightbox[1238]" title="GERONIMO2"><img class="aligncenter size-full wp-image-1321" title="GERONIMO2" src="http://fiacbahia.com.br/2011/wp-content/uploads/2011/10/GERONIMO2.jpg" alt="" width="1024" height="681" /></a>Gerônimo e DJ Riffs (domingo) encerram a programação do Ponto de Encontro FIAC Petrobras, no MAM, a partir das 22h<span id="more-1238"></span>. A última noite de festa no Museu de Arte Moderna  começa e termina ao som do set list do DJ Riff, que mistura afrobeats, dub, Brazilian beats  e African beats.</p>
<p>No intervalo entre as batidas eletrônicas, o último show do Ponto de Encontro, para deixar um gostinho de quero mais: o cantor e compositor Gerônimo, que traz diretamente das escadarias da Igreja do Paço o projeto Pagador de Promessas. No repertório constam sucessos como <em>Jubiabá</em>, <em>É D´Oxum</em> e <em>Eu Sou Negão</em>, antigos hits do carnaval baiano. Os ingressos custam R$ 5,00 (inteira) e R$ 2,50 (meia).<!-- PHP 5.x --></p>
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		<title>Fim de semana frenético</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Oct 2011 15:30:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>equipefiac</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; El Pasado Es un Animal Grotesco é uma das 22 apresentações que marcam a despedida do FIAC. Palhaçada na praça, cangaceiro no subúrbio, banho de mangueira no quintal&#8230; no último fim de semana do festival, só não vale ficar parado porque a programação está intensa! Hoje e amanhã (16h30), Jorge Alencar, Fábio Osório e Leo França fazem <a href='http://fiacbahia.com.br/2011/?p=1225'>[...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><em><a href="http://fiacbahia.com.br/2011/wp-content/uploads/2011/10/El-Passado-Es-un-Animal-Grotesco_crédito-Almudena-Crespo_5.jpg" rel="lightbox[1225]" title="El Passado Es un Animal Grotesco_crédito Almudena Crespo_5"><img class="aligncenter size-full wp-image-1314" title="El Passado Es un Animal Grotesco_crédito Almudena Crespo_5" src="http://fiacbahia.com.br/2011/wp-content/uploads/2011/10/El-Passado-Es-un-Animal-Grotesco_crédito-Almudena-Crespo_5.jpg" alt="" width="720" height="294" /></a>El Pasado Es un Animal Grotesco</em> é uma das 22 apresentações que marcam a despedida do FIAC<span id="more-1225"></span>. Palhaçada na praça, cangaceiro no subúrbio, banho de mangueira no quintal&#8230; no último fim de semana do festival, só não vale ficar parado porque a programação está intensa!</p>
<p>Hoje e amanhã (16h30), Jorge Alencar, Fábio Osório e Leo França fazem um passeio por suas memórias mais bonitas em <em>Souvenir</em>, espetáculo que parte do Goethe-Institut rumo a um quintal onde os três performers tomam banho de mangueira “made in saudade”.</p>
<p>Fim de tarde é hora de circo brasiliense! Às 17h, o Udi Grudi leva à Sala do Coro do TCA <em>A Devolução Industrial</em>, em sessão que se repete amanhã no mesmo horário e um pouco antes (11h).</p>
<p>Ainda hoje (17h), o Circo Teatro Artetude faz <em>O Grande Circo Popular dos Irmãos Saúde</em> no Largo da Soledade, que também acontece amanhã na Praça São Brás (10h) e Largo da Ribeira (17h).</p>
<p>Leo França dá continuidade à sua pesquisa sobre dispositivos de segurança nos domicílios de Salvador em <em>Single</em> (19h) no Goethe-Institut. Amanhã, no mesmo horário, Fábio Osório assume o palco escrevendo seu próprio <em>Edital</em> no palco.</p>
<p>Hoje e amanhã (20h), o Teatro Martim Gonçalves vai ganhar um palco giratório, que simula um carrosel pela história recente da Argentina. No palco, sob a direção de Mariano Pensotti, quatro personagens que vivem em Buenos Airescontam os últimos dez anos de suas vidas em <em>El Pasado Es un Animal Grotesco</em>.</p>
<p>Também hoje (20h), os limites da imobilidade do ser humano diante da vida serão questionados pela Cia In.Co.Mo.De-Te no Teatro Sesc Senac Pelourinho: o local recebe a última sessão de <em>DentroFora</em>.</p>
<p>Caco Ciocler é um ator que, para morar nos fundos de um teatro, precisa entreter o público durante <em>45 Minutos</em>. O monólogo fica em cartaz hoje e amanhã (20h), no Teatro Molière (Aliança Francesa).</p>
<p>De volta à grade do festival, outro monólogo também questiona os limites do espetáculo. Em cartaz no Theatro XVIII, hoje e amanhã (20h), a dramaturga Carolina Kahro apresenta <em>Grand Théatre Pão e Circo</em>.</p>
<p>Já o cangaço se mistura às sujestivas imagens da <em>Divina Comédia</em>, de Dante, e invade o Subúrbio Ferroviário em duas sessões. <em>A Chegada de Lampião no Inferno</em> acontece no Centro Cultural Plataforma neste sábado (20h) e domingo (17h).</p>
<p>Também no fim de semana, é a vez de perder o controle em francês, inglês e holandês. Os belgas das companhias Tristero e Transquinquenal apresentam <em>Coalition</em> no palco do Teatro Vila Velha neste sábado (21h) e domingo (20h).<br />
<strong><br />
Sábado</strong> (29/10)<br />
<strong>16h30</strong> <em>– Souvenir</em> – Goethe-Institut<br />
<strong>17h –</strong> <em>A Devolução Industrial</em> – Sala do Coro do TCA<br />
<strong>17h –</strong> <em>O Grande Circo Popular dos Irmãos Saúde</em> – Largo da Soledade (Lapinha)<br />
<strong>19h –</strong> <em>Single</em> &#8211; Teatro do Goethe Institute<br />
<strong>20h –</strong> <em>El Pasado Es un Animal Grotesco</em> – Teatro Martim Gonçalves<br />
<strong>20h –</strong> <em>DentroFora</em> – Teatro Sesc-Senac Pelourinho<br />
<strong>20h <em>–</em></strong><em> 45 Minutos</em> – Teatro Molière (Aliança Francesa)<br />
<strong>20h –</strong> <em>Grand Théatre Pão e Circo </em>– Theatro XVIII<br />
<strong>20h –</strong> <em>A Chegada de Lampião no Inferno</em> – Centro Cultural Plataforma<br />
<strong>21h –</strong> <em>Coalition</em> – Teatro Vila Velha</p>
<p><strong>Domingo</strong> (30/10)<br />
<strong>10h – </strong><em>O Grande Circo Popular dos Irmãos Saúde </em>– Praça São Brás (Plataforma)<br />
<strong>11h – </strong><em>A Devolução Industrial</em> – Sala do Coro do TCA<br />
<strong>16h30</strong> <em>– Souvenir</em> – Goethe Institute<br />
<strong>17h <em>– </em></strong><em>O Grande Circo Popular dos Irmãos Saúde</em> – Largo da Ribeira<br />
<strong>17h – </strong><em>A Devolução Industrial</em> – Sala do Coro do TCA<br />
<strong>19h – </strong><em>Edital</em> &#8211; Teatro do Goethe-Institut<br />
<strong>20h – </strong><em>El Pasado Es un Animal Grotesco</em> – Teatro Martim Gonçalves<br />
<strong>20h – </strong><em>DentroFora</em> – Teatro Sesc-Senac Pelourinho<br />
<strong>20h – </strong><em>45 Minutos</em> – Teatro Molière (Aliança Francesa)<br />
<strong>20h – </strong><em>Grand Théatre Pão e Circo</em> – Theatro XVIII<br />
<strong>20h – </strong><em>A Chegada de Lampião no Inferno</em> – Centro Cultural Plataforma<br />
<strong>21h – </strong><em>Coalition</em> – Teatro Vila Velha<!-- PHP 5.x --></p>
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		<title>Qual o limite da imaginação?</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Oct 2011 18:09:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>equipefiac</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>

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		<description><![CDATA[DentroFora e 45 Minutos, que começam temporada hoje, desconstroem fronteiras entre espaço e tempo no palco. Os dois espetáculos questionam em que medida as limitações nos aprisionam e como isso se reflete no fazer teatral. A partir das 19h, um cronômetro será ligado no Teatro Moliére (Aliança Francesa). No palco, Caco Ciocler vive um ator obrigado a entreter o <a href='http://fiacbahia.com.br/2011/?p=1205'>[...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://fiacbahia.com.br/2011/wp-content/uploads/2011/10/DentroFora_crédito-Alex-Ramires.jpg" rel="lightbox[1205]" title="DentroFora_crédito Alex Ramires"><img class="aligncenter size-full wp-image-1206" title="DentroFora_crédito Alex Ramires" src="http://fiacbahia.com.br/2011/wp-content/uploads/2011/10/DentroFora_crédito-Alex-Ramires.jpg" alt="" width="720" height="303" /></a></em></p>
<p><em><a href="http://fiacbahia.com.br/2011/?atividade=dentrofora">DentroFora</a></em> e <em><a href="http://fiacbahia.com.br/2011/?atividade=45-minutos">45 Minutos</a></em>, que começam temporada hoje, desconstroem fronteiras entre espaço e tempo<span id="more-1205"></span> no palco. Os dois espetáculos questionam em que medida as limitações nos aprisionam e como isso se reflete no fazer teatral.</p>
<p>A partir das 19h, um cronômetro será ligado no Teatro Moliére (Aliança Francesa). No palco, Caco Ciocler vive um ator obrigado a entreter o público por 45 minutos, tempo mínimo de duração de um espetáculo teatral e que dá nome ao monólogo.</p>
<p>No Teatro SESC-Senac Pelourinho, Homem (Nelson Diniz) e Mulher (Liane Venturella) são aprisionados dentro de caixas para discutir aquilo que está “dentro e fora” de cada um de nós. O espetáculo se baseia no texto de Paul Auster para fazer uma metáfora sobre a imobilidade do ser humano perante a vida.</p>
<p>Enquanto isso, os poetas Paul Verlaine (Caio Rodrigo) e Arthur Rimbaud (Talis Castro) se despedem do festival. A última sessão no festival de <em>Pólvora e Poesia</em>, espetáculo que aborda os encontros e desencontros amorosos e estéticos entre os dois, acontece no Espaço Cultural da Barroquinha.</p>
<p>No Teatro Gamboa Nova, três idosos esperam pela última vez a visita de seus familiares. O espetáculo <em>Anônimos</em>, do Grupo Teatro Novo (CE), encerra a temporada no FIAC discutindo o tema “envelhecer” sob a perspectiva de personagens que moram em um asilo.</p>
<p>Durante a tarde, o Teatro do Goethe-Institut é palco da programação gratuita do festival. Ás 16h30, começam as performances do Plano Piloto, projeto do Dimenti que convida cada um de seus integrantes a criarem solos. Paula Lice mistura travestismo e Sílvio Santos para falar de suas memórias em <em>Pogobol</em>. Já Vanessa Mello exorciza Xuxa e a infância cor-de-rosa em <em>Xou</em>.</p>
<p>Também no Goethe, a partir das 19h, o coreógrafo, performer e dançarino Leo França apresenta <em>Single</em>, descrito como uma dança/instalação, com objetos performativos ou coreografias-objeto.</p>
<p><strong><br />
Hoje</strong> (28/10)<br />
<strong>16h30</strong> &#8211; <em>Pogobol / Xou</em> – Teatro do Goethe-Institut<br />
<strong>19h</strong> – <em>Single</em> – Teatro do Goethe Institute<br />
<strong>19h </strong>– <em>45 Minutos</em> – Teatro Molière (Aliança Francesa)<br />
<strong>19h</strong> – <em>Pólvora e Poesia</em> – Espaço Cultural Barroquinha<br />
<strong>19h </strong>– <em>Anônimos </em>– Teatro Gamboa Nova<br />
<strong>20h </strong>– <em>DentroFora</em> – Teatro Sesc Senac Pelourinho<!-- PHP 5.x --></p>
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		<title>Para a criançada</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Oct 2011 17:54:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>equipefiac</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>

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		<description><![CDATA[Dois espetáculos infantis estão em cartaz no último fim de semana do FIAC: O Grande Circo dos Irmãos Saúde e A Devolução Industrial. Ambos são marcados pelas linguagens do circo-teatro e vêm de Brasília Ao todo, serão duas apresentações sábado e quatro no domingo. O grupo Artetude apresenta O Grande Circo dos Irmãos Saúde neste sábado na Lapinha <a href='http://fiacbahia.com.br/2011/?p=1200'>[...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://fiacbahia.com.br/2011/wp-content/uploads/2011/10/A-Devolução-Industrial_Marcelo-Dischinger_3.jpg" rel="lightbox[1200]" title="143 Foto de Marcelo Dischinger"><img class="aligncenter size-full wp-image-1201" title="143 Foto de Marcelo Dischinger" src="http://fiacbahia.com.br/2011/wp-content/uploads/2011/10/A-Devolução-Industrial_Marcelo-Dischinger_3.jpg" alt="" width="720" height="266" /></a></p>
<p>Dois espetáculos infantis estão em cartaz no último fim de semana do <strong>FIAC<span id="more-1200"></span></strong>: <em>O Grande Circo dos Irmãos Saúde</em> e <em>A Devolução Industria</em>l. Ambos são marcados pelas linguagens do circo-teatro e vêm de Brasília Ao todo, serão duas apresentações sábado e quatro no domingo.</p>
<p>O grupo Artetude apresenta <em>O Grande Circo dos Irmãos Saúde</em> neste sábado na Lapinha (17h) e domingo em Plataforma (10h) e na Ribeira (17h). O espetáculo gratuito de rua conta  é feito por dois amigos, irmãos e palhaços, e usa esquetes, acrobacias e malabares para falar sobre convivência explorando cenas cotidianas. A dupla também lança mão de elementos do hip hop, capoeira e manifestações de rua.</p>
<p>Já o Udi Grudi traz <em>A Devolução Industrial</em> à Sala do Coro do TCA. O grupo, que completa 30 anos em 2012, apresenta a montagem nos dias sábado (17h) e domingo (11h e 17h). O texto fala da evolução com muito humor, partindo de uma grande sopa fértil primordial representada por um lago onde nasce a vida. Surgem então, o Senhor e a Senhora Sapiens e um personagem aparentemente invisível: o Ser Místico e a partir daí o espetáculo discute a evolução e a criatividade do homem.</p>
<p><strong>29/10</strong> (sábado)<br />
<strong>17h </strong>- <em>O Grande Circo dos Irmãos Saúde</em>  &#8211; Largo da Soledade (Lapinha/Liberdade)<br />
<strong>17h </strong>- <em>A Devolução Industrial</em> – Sala do Coro do TCA</p>
<p><strong>30/10</strong> (domingo)<br />
<strong>10h </strong>- <em>O Grande Circo dos Irmãos Saúde</em>  &#8211; Praça São Brás (Plataforma)<br />
<strong>11h -</strong> <em>A Devolução Insdustrial</em> – Sala do Coro do TCA<br />
<strong>17h -</strong> <em>O Grande Circo dos Irmãos Saúde</em>  &#8211; Largo da Ribeira<br />
<strong>17h -</strong> <em>A Devolução Industrial</em> – Sala do Coro do TCA<!-- PHP 5.x --></p>
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		<title>Cordel e Dante em Plataforma</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Oct 2011 16:35:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>equipefiac</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; A Chegada de Lampião no Inferno, a Cia. PeQuod (RJ), cumpre temporada no Centro Cultural Plataforma, sábado (20h) e domingo (17h).  O grupo e o diretor Miguel  Vellinho mergulham de cabeça na cultura brasileira para criar um espetáculo em que funde, com radicalidade, tradição e modernidade. Livremente inspirada no cordel de mesmo nome, mas <a href='http://fiacbahia.com.br/2011/?p=1252'>[...]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em><a href="http://fiacbahia.com.br/2011/wp-content/uploads/2011/10/A-Chegada-de-Lampião-no-Inferno_banner1.jpg" rel="lightbox[1252]" title="A Chegada de Lampião no Inferno_banner"><img class="aligncenter size-full wp-image-1260" title="A Chegada de Lampião no Inferno_banner" src="http://fiacbahia.com.br/2011/wp-content/uploads/2011/10/A-Chegada-de-Lampião-no-Inferno_banner1.jpg" alt="" width="720" height="285" /></a></em></strong></p>
<p><strong><em>A Chegada de Lampião no Inferno</em></strong>, a Cia. PeQuod (RJ), cumpre temporada no Centro Cultural Plataforma, sábado (20h) e domingo (17h).  O grupo e o diretor Miguel  Vellinho mergulham de cabeça na cultura brasileira para criar um espetáculo em que funde, com radicalidade, tradição e modernidade.</p>
<p>Livremente inspirada no cordel de mesmo nome, mas também citando o périplo dantesco da <em>Divina Comédia</em>, a peça encontra-se dividida em dois momentos distintos: um primeiro ato, sem palavras e todo feito com bonecos, e um segundo, que trata da ida do Capitão Virgulino às profundas do inferno, combinando de maneira livre e surpreendente atores, bonecos e objetos.</p>
<p>“O título de um cordel que eu encontrei em viagem pelo Nordeste foi o estopim desse processo”, explica Vellinho. “Mas, do cordel, restou apenas o título. Partimos por uma ideia em que na primeira parte do espetáculo usaríamos apenas bonecos. E no inferno, surpreendentemente, usaríamos só atores. Essa premissa nos acompanhou até o final do processo. Na primeira parte, contamos uma história que se apoia no eixo revanche-exílio-vingança, comum a tantas histórias que envolvem o cangaço. Na segunda, nos aproximamos de Dante e da <em>Divina Comédia</em> para conduzir Lampião pelo inferno”.</p>
<p>A trilha sonora, assinada pelo talentoso André Abujamra, ajuda a pontuar o lirismo e o horror de uma história que vai até o fim do mundo para mostrar de que barro o nordestino é feito. “Sabemos que somos de outra região, que somos mais urbanos que os oleiros etc. No entanto, fizemos um trabalho tão profundo que sabemos hoje que nos pareamos em vários aspectos. Pertencemos a um mesmo país, ainda que com diferenças tão gritantes. Há algo, além da língua materna, que nos faz próximos, absolutamente próximos. Tenho certeza hoje de que também sou nordestino, sou amazonense, sou mata, sou do mesmo país”, comenta o diretor, sobre o interesse de uma companhia carioca nuam história envolvendo a simbologia e mitologia nordestina.</p>
<p>A Cia PeQuod – Teatro de Animação surgiu de uma oficina realizada por Miguel Vellinho, em 1999. Ao longo destes 11 anos de existência, a inquietação artística de sua equipe de profissionais produziu oito montagens que buscaram conjugar coragem, ousadia e profundo detalhamento artístico por meio de um entrelaçamento de tradição e cultura pop contemporânea. Em seus espetáculos, a PeQuod procura refazer os limites do seu teatro, aproximando-se de outras manifestações artísticas, como a dança, a literatura, os quadrinhos, o cinema, a fotografia.</p>
<h6>Atenção</h6>
<ul>
<li>
<h6>Para os espetáculos no Centro Cultural Plataforma, haverá ônibus exclusivo <strong>FIAC</strong> de ida e volta, com preço único de R$ 5,00.</h6>
</li>
<li>
<h6><strong>O local de saída e retorno é no Campo Grande</strong>.</h6>
</li>
<li>
<h6><strong>Horários de saída</strong>: 29/10 (sábado), saída às 18h, e 30/10 (domingo), saída às 15h</h6>
</li>
<li>
<h6><strong>Retorno</strong>: após o final dos espetáculos.</h6>
</li>
<li>
<h6>Só terão acesso ao ônibus Fiac pessoas munidas de ticket específico deste transporte.</h6>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;<!-- PHP 5.x --></p>
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